
Durante 18 anos, o ceramista Udo Knoff se dedicou ao estudo da azulejaria antiga da Bahia, remanescente nas fachadas do casario colonial da parte velha de Salvador.
O resultado da longa pesquisa, iniciada em 1968, está em Azulejos da Bahia. A obra reproduz em 60 pranchas a guache 275 dos 360 “azulejos de padrão” (não figurativos) catalogados por Knoff. Cada peça é analisada na estrutura gráfica de seus desenhos geométricos e em sua relação com a arquitetura da casa em que se encontra.
Editado em 1986, com prefácio de Jorge Amado e apresentação do urbanista Lúcio Costa, Azulejos da Bahia traz ainda comentários críticos do professor e designer Olímpio Pinheiro, que analisa e situa historicamente o trabalho de Knoff.
